Sábado, Agosto 27, 2005

De mala e cuia

Sem nem perceber ja chegou o ultimo dia de Princeton. Revi varias pessoas queridas e ainda tive a sorte de pegar a festa de despedida de um amigo ontem. Hoje acordei meio mal. Corpo mole, querendo ficar gripada. Estou me sentindo um pouco melhor agora depois de descanso, suco de laranja e vitamina C.

O carro ja esta abarrotado de malas e caixas. Coube tudo, inclusive a bicicleta. Hoje mesmo fiz minhas primeiras compras pra nova casa: Jogo de lencol, abridor de lata, pote para fazer peixe e legumes no microondas, tampa de microondas e um negocinho para fazer mate ou cha. Ainda tem muito pela frente.

Amanha eh o dia da mudanca finalmente. 10 horas na estrada. O primeiro CD vai ser Pedra Branca e depois um tracezinho pra animar.

O proximo post sera de Ohio! Aaaaaaaaaaaaaah!!!

postado por: Mel 10:27 PM
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Quinta-feira, Agosto 25, 2005

Na terra do Tio Sam

Aqui estou eu de volta na gringoland.

Deu tudo certo na minha vinda pra ca. Fiquei esperando o momento que eu fosse ficar triste e desesperada mas interessantemente esse momento nem chegou. Fiquei serenissima durante todo o tempo. Embarquei com a maior naturalidade, fiquei lendo meu livro enquanto esperava pra embarcar. Como se fosse ali rapidinho e voltasse.

No aeroporto vi uma menina se despedindo de amigos e familia. Ja dentro do portao de embarque estava a mesma menina chorando no telefone com a mae. Pensei: 'Essa menina deve estar indo morar fora. Acho que vou falar com ela, dar uma forca'. Achei melhor nao invadir e pensei: 'Se eu sentar do lado dela, eu converso'. E onde fui parar sentada no aviao? Exatamente ao lado dessa menina... Estou virando uma bruxinha mesmo. Sinistro! Viemos conversando do Rio a Sao Paulo e espero ter ajudado pelo menos um pouco.

De Sao Paulo pra ca dormi muito pouco no aviao mas a viagem passou rapidissimo. Cheguei em Newark as 5:30 da manha, peguei minhas malas, passei pela imigracao, respondi aquelas perguntas que voce tem que sempre dizer "nao". Passei na Avis e ja aluguei o carro que vai ficar comigo pela proxima semana. Um Impala enorme. Maior carrao. Ja vim dirigindo na naturalidade de volta pra "casa". Os caminhos por aqui eu ja conheco...

Cheguei, desfiz a mala, ja reativei meu celular, almocei com um amigo, passei no banco e em algumas lojas (de coisas pra casa, logico). Depois do alvoroco inicial bateu a canseira e eu voltei pra casa para tirar um cochilo de 2 horas antes do jantar com a "familia". Tudo otimo!

Amanha almoco com 2 amigos queridos em Princeton, passo o dia olhando comprinhas a fazer e a noite janto com outro grupo de amigos.

Sabado pretendo fazer uma yoguinha de manha para nao perder o habito, almocar com um amigo e ja ir colocando as caixas no carro. Domingo e o dia da mudanca.

Estou feliz aqui. Animada com a nova fase. Estou feliz em estar revendo pessoas queridas em Princeton e ja doida para partir pra Ohio. Quero ajeitar meu ap, comprar o que falta, comecar logo minha vida la. Num piscar de olhos vai chegar dezembro e com ele mais umas feriazinhas no Brasil! UP!!! ;)

Amo todos e ja estou com saudades...

postado por: Mel 11:38 PM
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Quarta-feira, Agosto 24, 2005

Último dia de Brasil

Já chegou o dia de ir embora. Hoje volto pra gringolândia e estou aqui em mais uma missão de arrumação de malas e despedida dos amigos e família. A cena se repete. Será que um dia eu me acostumo com isso?

Amanhã chego em Princeton, Nova Jersey e já alugo um carro que ficará comigo por 1 semana. Fico em Princeton hospedada na casa onde morei este ano que passou, encontro com alguns amigos, coloco toda minha mudança no carro (será que vai caber?) e domingo me vou para Ohio. Vou sozinha mesmo. Eu, carro, malas, caixas e 10 horas de viagem. Já estou pensando em que CDs colocar. Chego em Columbus, Ohio domingo à noite e já vou direto pra Jones Tower, alojamento da universidade de Ohio State onde consegui vaga pra morar. Um mega prédio com 400 apartamentos. Vou morar num apto individual. É muito pequeno mas o que importa que é meu e vou poder morar sozinha. Fiquei muito feliz com isso.

Achei que eu estaria desesperada na hora de ir embora. Mas eu estou é muito feliz. Tive 2 meses simplesmente perfeitos no Brasil. Vivi muito, curti, aproveitei, dancei, beijei, abracei, troquei, viajei, revi velhos amigos, fiz novos amigos, encontrei um novo caminho, fiquei FELIZ! Feliz como há muito tempo não ficava. Foram 2 meses que voaram e ao mesmo tempo parece que foi um tempão por causa das tantas experiências vividas.

Aos que ficam, meu grande beijo e saudades. Ainda bem que o mundo virtual continua aqui.

E agora dá licensa que chegou a hora de ir pra Ohio que o parta! FUI! =D

postado por: Mel 1:04 AM
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Sexta-feira, Agosto 19, 2005

É pro Fantástico?
(ou: Tem maluco pra tudo)

Saiu esta Sexta no Fantástico. Um solteiro americano de descendência Italiana gastou US$100.000 para criar um site e divulgá-lo em outdoors pela cidade. O propósito do site é de se vender e, de repente, encontrar o seu "par perfeito". Pra provar que é verdade, acessem: http://see-tom.com/.

Sinceramente, eu nunca cogitaria namorar um cara que gasta 100.000 dólares pra "se vender" num site. Vai ser prego assim lá nos Estados Unidos! E eu to indo pra lá semana que vem. Ai, Jesus... vou sentir saudade dos brasileiros. :/

postado por: Mel 11:34 PM
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Quinta-feira, Agosto 18, 2005

Budismo

Sei que religião é que nem gosto: não se discute, mas pra mim sempre foi difícil acatar a mentalidade judaico-cristã que tem sua solução religiosa na pessoa externa de um pai divino. Acho que exatamente por isso nunca me considerei uma pessoa religiosa. Como depositar minha felicidade em algo fora de mim mesma?

Recentemente tenho lido bastante sobre Budismo. Talvez o que mais me fascine no Budismo seja a idéia de um caminho espiritual que depende apenas do esforço de cada pessoa. Isso tudo tem feito muito mais sentido pra mim. O budismo sustenta que o mundo é uma projeção da mente e que, portanto, o homem não poderá encontrar no exterior aquilo que não possua dentro de si mesmo.

Bem diziam os yogues: "Nunca deixe que sua felicidade não dependa de você". Isso vale para qualquer pessoa, seja ela religiosa ou não. Como confiar a felicidade a algo que foge do seu controle? Daí a origem de tantas frustrações e decepções.

Vou terminar esse post com uma passagem do 14º Dalai Lama, Tenzin Gyatso, que concordo e me identifico plenamente:

"Creio que há uma importante distinção a ser feita entre religião e espiritualidade. Julgo que a religião esteja relacionada a ensinamentos, dogmas, rituais, orações e assim por diante. Considero que a espiritualidade esteja ligada a amor, compaixão, tolerância, paciência e outras qualidades que trazem felicidade tanto para nós quanto para os outros. Por isso que às vezes digo que se pode dispensar a religião. O que não se pode dispensar são essas qualidades espirituais básicas."

postado por: Mel 5:03 PM
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Quarta-feira, Agosto 17, 2005

Cada vez mais eu acredito que coincidências não existem e que o mundo não é composto somente do que vemos no dia-a-dia. Existem forças externas que conspiram a nosso favor e tenho prestado mais atenção nisso ultimamente. Faz tempo que quero escrever essa historinha que aconteceu comigo. Então lá vai.

A história da Profecia Celestina

Nunca fui uma pessoa ligada em espiritualidade e afins até começar a praticar Yoga. Minha percepção vem mudando aos poucos e eu passo a prestar mais atenção nos acontecimentos da vida e no por quê dos mesmos acontecerem.

Enquanto eu estava nos Estados Unidos ano passado retomei contato virtualmente com meu amigo de infância Christian que eu não via há anos. Praticante de Yoga e espiritualizado, ele não apareceu na minha vida por acaso. Numa de nossas conversas ele me recomendou o livro A Profecia Celestina, de James Redfield, dizendo que esse foi o livro que abriu sua cabeça para a vida espiritual. Comecei a ler e logo parei. Comentei com ele um dia que não estava tendo muito estímulo para ler o livro e ele me disse "Não se preocupa, quando for o momento certo, o livro vai te 'puxar'". Com isso em mente, relaxei. Não devia ser o momento certo pra ler o livro. Analisando depois eu vi que realmente não era. Eu não estava bem nesse período de EUA.

Quando meu retorno ao Brasil se aproximava pensei novamente no livro. Ele ainda estava na gaveta da mesinha de cabeceira junto com Sidarta, de Herman Hesse, outro livro recomendado pelo Christian que eu nem tinha começado a ler e que também queria trazer comigo.

Meus pais estavam em Princeton me ajudando a arrumar as malas pro Rio e as caixas que ficariam em Princeton para que depois eu levasse pra Ohio. Foi um dia inteiro só arrumando coisas. Quando me dei conta, fui procurar os livros na mesinha e meus pais já tinham limpado todas as gavetas. Perguntei se eles lembravam onde tinham colocado os livros e, naquela confusão, eles não lembravam em que caixa da mudança estava. No final do dia minha mudança pra Ohio estava toda empacotada em caixas e malas. Tinham coisas no sótão e no porão. Agora eu só ia encontrar o livro quando desempacotasse minhas coisas em Ohio no final de Agosto.

Como eu queria levar um livro pra ler no avião, resolvi passar na livraria para comprar A arte da felicidade, do Dalai Lama, outro livro que estava pensando em ler. Antes de sair, meu amigo alemão, Klaus, passou lá em casa para se despedir e me trouxe um livro de presente: O Lobo da Estepe, de Herman Hesse, mesmo autor de Sidarta. Comentei com ele que foi uma coincidência legal ele ter me dado esse livro de presente pois meus pais tinham acabado de empacotar os livros que eu queria levar pro Brasil e eu estava prestes a sair para comprar outro. Guardei O Lobo da Estepe na mochila ainda pensando que eu queria mesmo era ler A Profecia Celestina...

No dia de ir embora, peguei minha mochila e desci para a sala. Na saída da casa, tirei a pantufa que estava usando e coloquei meu sapato. Ia colocar a pantufa na mochila mesmo já que as malas estavam fechadas. A dona da casa vendo isso, me disse "Melissa, por que você vai levar essa pantufa pro Brasil? Lá vai estar calor e você nem vai usar. Desce lá no porão e deixa as pantufas numa mala preta q seus pais deixaram pra você levar pra Ohio".

Desci pro porão e abri a mala preta. No topo de tudo estavam os dois livros: A Profecia Celestina e Sidarta. Deu até um arrepio. Deixei as pantufas na mala, coloquei os livros na minha mochila e vim lendo A Profecia Celestina no avião de volta pro Brasil.

postado por: Mel 10:18 AM
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Domingo, Agosto 14, 2005

O texto abaixo diz o que eu gostaria de dizer à todos aqueles que vêem festas rave com tamanho preconceito.

* GERAÇÃO RAVE *

Música eletrônica, festas rave, logo se pensa em multidões desfilando de óculos escuros pra lá e pra cá escondendo os efeitos fotofóbicos causados pelas drogas, entre elas: maconha, tubos de lança perfume, micropontos de ácido e pílulas de ecstasy.

A questão é que por trás desse vulgo "antro de drogas e perdição" existe, na verdade, um movimento de jovens, adultos e até mesmo crianças que trazem de volta diversos ideais hippies ligados à consciência cósmica, ecologia, pacifismo e espiritualidade.

É a geração dos "seres galácticos andarilhos" em busca da transcendência. "Seres" que acharam na música eletrônica, nos enteógenos, na dança e nas artes, a chave para a expansão da consciência.

E não é a toa que a vertente da música eletrônica que melhor representa essa geração neo-hippie recebeu o nome "trance" (que significa transe, em inglês) de seus criadores. Surgindo em Goa (cidade litorânea indiana, famoso reduto hippie) no inicio dos anos 90. Cidade para a qual rumavam gente de todos os cantos do planeta, proporcionando a possibilidade da miscelânia entre diferentes culturas e ritmos: rock progressivo, reggae, música eletrônica européia e americana. Um caldeirão da contracultura subversiva aliada a toda a magia e misticismo oriental abençoado desde o inicio pelos passos da dança de Shiva e de demais deuses que já começavam a ferver.

Do casamento da cultura indiana / espiritualidade / batidas eletrônicas criou-se o que foi chamado de "REDEFINIÇAO DO ANTIGO RITUAL TRIBAL PARA O SEC. XXI"

Há muito os ancestrais xamãs utilizavam batidas repetitivas de tambores para atingir o transe em seus rituais sagrados. As batidas repetitivas do trance combinadas com seus típicos efeitos sonoros psicodélicos resultam num som altamente hipnótico que nos leva a um estado meditativo da mente. Assim, elevando nossos pensamentos, elevamos a alma.

A filosofia trance é tão comum à dos anos 60 e 70 que também utiliza os valores orientais como fundamentos e mistura mantras e sons sacros indianos às musicas, além de instrumentos tribais típicos de povos aborígenes do pacífico, como o didjeridoo, instrumento de sopro onipresente nas apresentações musicais das festas rave.

Até nas roupas as influências indianas estão presentes, com estampas de divindades, mandalas e afins pintados em tinta fluorescente.

É verdade, sim, que de certa forma trata-se de um movimento escapista, que se tranca em seus "transes" e baseia em suas idealizações imaginárias a idéia de um mundo utópico. E, infelizmente, muitos confundem isso com alienação. Uma fatalidade.

A geração rave está sempre tentando de todas as maneiras melhorar o mundo e restabelecer a relação harmônica do homem com a sua essência, com a natureza!

Os festivais de trance costumam sempre abrir espaço para palestras de ecologia, e mantêm ligações com ongs e instituições de caridade, além de promoverem doações de alimento e de parte da renda obtida com os ingressos.

No Brasil, temos como exemplo o festival anual EarthDance, comemorado no dia mundial da paz , que é famoso por suas doações para ongs, e também o festival TranceNdence, em Alto Paraíso - GO, que colaborou para a revitalização, preservação e valorização do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.

No Rio de Janeiro, existe o projeto E-brigade, que coleta e recicla todo o lixo proveniente das raves, e a ong LUA SOLIDÁRIA, que através de festas raves periódicas arrecadou dinheiro e abriu uma creche /orfanato em 2003. E esses são apenas poucos exemplos entre diversas iniciativas de fins filantrópicos e educacionais.

Infelizmente, a imprensa não divulga todas essas maravilhas que o trance faz pela sociedade. E aí surge uma outra questão importante que deve ser esclarecida:

De alguns anos pra cá, principalmente no Sudeste, as festas rave começaram a se popularizar e o crescimento desenfreado da imagem do movimento trance acabou caindo em mãos erradas.

Produtores e organizadores "populares" de festas acabaram levando a música trance para a grande massa, como uma proposta ideal para o uso livre de drogas.

Fatalmente o verdadeiro espírito trance ficou para trás. A filosofia, a ideologia, a ética, a consciência e a proposta transcendental do trance nem sequer é conhecida por esse público que freqüenta essas festas, FALSAS raves, que na verdade são festas comerciais que visam apenas o lucro, sujando injustamente a imagem dos verdadeiros festivais trance e festas rave.

Paralelamente, os verdadeiros "tranceiros" de raiz, aqueles que AMAM o trance, continuam vivendo, fazendo de suas festas um verdadeiro RITUAL de celebração à vida; imponentes com sua dança, música, malabarismo, artes, viagens, experiências alucinógenas, misticismo, consciência cósmica, visão quântica/metafísica do mundo, e sobretudo, P.L.U.R., da PAZ, do AMOR, da UNIÃO, do RESPEITO ( do inglês: peace - love - unity - respect ), fazendo suas festas em locais afastados do perímetro urbano, preferencialmente sítios com florestas, praias, cachoeiras; e ilustrando o ideal FUGERE URBEM, que caminha lado a lado da filosofia de vida CARPE DIEM .

Enfim, essa sim é a VERDADEIRA "geração rave". A tribo dos que juntos dançam como UM, a tribo da união. A tribo dos que conquistaram a possibilidade de sonhar coisas impossíveis, e que tiveram a coragem de caminhar livremente rumo a esse sonho.

postado por: Mel 11:31 PM
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Quinta-feira, Agosto 11, 2005

Tá chegando a hora!

Faltam menos de 2 semanas para o início de mais uma nova fase. Dia 24 de agosto estou indo pra Nova Jersey e por volta do dia 28 estarei chegando em Ohio de mala e cuia. Dia 31 tem uma orientação para novos alunos internacionais e dia 1º de setembro começo no meu novo emprego. Dia 21 de setembro começam as aulas do mestrado.

Quantos começos. Quantas coisas novas! Cidade nova, país novo, amigos novos, trabalho novo, curso novo, academia nova, casa nova. Resumindo: tudo novo! Eu não estou com medo, mas ansiosa por tudo que me espera. Tô muito animada com tudo! Já comprei vários itens de decoração pra minha nova casa e acho que vai ficar super aconchegante. Preciso de um lugar que eu me sinta bem, que me sinta em casa. Isso é essencial.

Minha preocupação no momento é que ainda não tenho lugar pra morar em Ohio. Ainda não recebi o contrato de aluguel que me enviaram mês passado. Mas estou correndo atrás para que eu vá pra la com tudo certo. De resto já tenho visto, passagem e muita disposição.

Universo Paralello

Mais um motivo para me deixar muitíssimo feliz! Eu vou pro Universo Paralello: um festival de 7 dias que vai acontecer na praia de Pratigí na Bahia durante os dias 28 de dezembro a 3 de janeiro. Meus planos são de chegar no Brasil dia 24 de dezembro, passar o natal com a família e partir pra Bahia! Volto de lá dia 4 e no mesmo dia já vou pros EUA.

Então eu vou pros Estados Unidos sabendo que em dezembro vou ter mais uma experiência maravilhosa. Ainda tenho que pedir folga no meu trabalho de lá, mas Deus queira que isso não seja nenhum problema!

postado por: Mel 4:05 PM
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Melissa Quintanilha é designer
carioca fazendo
mestrado na gringolândia.
 
Melissa Quintanilha
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